Edição especial de Brazilian Orchids

Orquídeas Do Rio Bananal


Rio Bananal

Orquídeas das margens do rio Bananal

Entrevista com Maria da Penha Fagnani

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 ORQUÍDEAS DA MARGEM DO RIO BANANAL

O rio Bananal nasce na Serra dos Órgãos e desemboca no rio Guapi-Mirim, ao nível do mar. Faz parte da bacia hidrográfica do rio Guapi que forma extensos manguezais ao desembocar na Baía de Guanabara. Atravessa o município de Guapimirim, medindo linearmente 18.400 m aprox. e percorre comunidades vegetais diferentes como, por exemplo, floresta ombrófila densa e brejo herbáceo.
No levantamento das espécies de orquídeas encontradas às margens do Rio Bananal, escolhemos a parte do curso do rio que vai desde a nascente até a BR-l16 (Rodovia Rio - Terezópolis). São cerca de 7.000 m, com altitudes variando de 1.920 a 210 m . Definimos como margens a distância de até 30 m de cada lado da borda do rio. Neste trecho do rio a comunidade vegetal é a floresta ombrófìla densa (floresta pluvial tropical). É um ambiente rico em epífitas, principalmente quando caminhamos próximo a cursos d'água, onde a umidade pode chegar ao ponto de saturação.
O método de trabalho foi de visitas periódicas ao local, procurando alcançar as sucessivas florações. Depositamos material coletado no herbário da Universidade Santa Úrsula (RUSU).
Em três anos listamos sessenta e seis espécies. Nesta listagem anotamos substrato, época de floração, dados relativos a altitude e a posição em relação ao espelho d'água.
Segundo dados colhidos na Classificação da Vegetação Brasileira adaptada a um Sistema Universal (Veloso et al., 1991) até 500 m de altitude temos orquídeas de floresta ombrófila densa sub-montana e, daí para cima, orquídeas de floresta montana.
Estas duas comunidades florestais diferem, principalmente, por fatores ligados a umidade, nas partes baixas, p. exp., a evaporação é mais intensa.
Caracterizam a floresta montana árvores de maior porte, muitas lianas e maior proximidade entre os indivíduos. Despertam a atenção a presença do palmito Euterte edulis L. e de grande número de e epífitas (Rizzini, 1977) .
 Para as orquídeas da floresta sub-montana a falta de umidade foi sempre atenuada pela proximidade do rio, principalmente no caso das que encontramos crescendo sobre o espelho d'água. A temperatura varia conforme a altitude, diminuindo de 1oC para cada 100 m de subida (Veloso et al.) . Na altitude de 230 m a temperatura pode variar num ano de 38oC a 8oC. .
As espécies encontradas pertencem a trinta e quatro gêneros e segundo Pabst & Dungs (1975,1977) Pabstia, Promenæa e Warmingia são endêmicos do Brasil. Da mesma fonte, Epidendrum schomburgkii Lindl, e Warmingia eugenii Rchb, f, não estão citados para o estado do Rio de Janeiro; a ocorrência do E. schomburgkii está assinalada para as regiões Norte, Nordeste e SP e a W. eugenii para PE, ES, SP, SC e MG. A única orquídea endêmica para o estado do Rio de Janeiro, segundo Pabst & Dungs (1975,1977), foi o Epidendrum hololeucum Barb. Rodr.
Todas as orquídeas terrestres vegetam em solo rico, com húmus e detritos vegetais. O Cyclopogon longibracteatus (Barb. Rodr.) Schltr. crescia sobre restos de tronco já em decomposição. Das orquídeas encontradas pendendo sobre o espelho d'água notamos que o Pleurothallis hypnicola Lindl. e o Elleanthus brasiliensis Rchb. f., devem ser atingidos pela água quando o rio aumenta de volume por ocasião de chuvas. Uma das orquídeas que encontramos a 390 m foi a Comparettia coccinea Lindl. que se desenvolvia sobre Tibouchina cf. granulosa (Desr.) Cogn. (quaresmeira) a 30m de distância aproximadamente do espelho d'água. segundo nossa observação é a orquídea que tolera ambiente mais seco. Segundo Rizzini (1954) a família Orchidaceæ estaria representada na Serra dos Órgãos por 222 espécies em 66 gêneros.
Comparamos os resultados com os dados do trabalho acima e verificamos que houve coincidência de trinta espécies e vinte e cinco gêneros. As diferenças são naturais, pois, no nosso caso, os resultados representam um levantamento numa área restrita.
Embora este trecho do rio Bananal percorra uma APA (Área de Proteção Ambiental), nas partes mais baixas existem casas construídas numa das margens do rio, tendo havido derrubada parcial da floresta, mantendo-se as grandes árvores que margeiam o rio. As orquídeas de maior valor ornamental foram amplamente coletadas, sendo atualmente raras no local, como Lælia crispa (Lindl.) Rchb. f. , Miltonia clowesii Lindl. e Warmingia eugenii, por exemplo.
Para terminar não podemos deixar de lembrar da importante função hidrológica que desempenha o ecossistema vegetal das margens do rio, pois além de funcionar como estabilizador das ribanceiras, ainda contribui para manter a qualidade da água na bacia hidrográfica.


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ENTREVISTA COM MARIA DA PENHA FAGNANI





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Penha, você vem fazendo um bom trabalho na identificação das orquídeas do estado do Rio de Janeiro. Como foi que isto começou?

Eu sempre achei que na OrquidaRio (Orquidófilos Associados do Rio de Janeiro), deveria ser nossa preocupação maior efetuar o levantamento das orquídeas do estado do Rio de Janeiro, das orquídeas fluminenses. Começamos, quase que acidentalmente, pelas orquídeas de Massambaba, porque nos gostávamos de ir lá para tomar banho de lagoa e fazer piquenique, além de olhar as orquídeas. Quando eu comecei a estudar sistemática botânica, comecei a me interessar em fazer a identificação das espécies.
Há muito tempo que o falecido colega da OrquidaRio, Nilson Moneró, alertava que esta região às margens do Rio Bananal era extremamente rica em orquídeas, só que eu estava envolvida com a restinga de Massambaba, e eu dizia sempre para nós esperarmos até que tivesse definido e completado o que achei que era o expressivo da restinga de Massambaba para começarmos Guapimirim.
Quando terminamos o levantamento da restinga de Massambaba, apareceu a oportunidade de trabalhar no município de Guapimirim porque temos um colega orquidófilo, também da OrquidaRio, que tem uma casa lá, bem próxima do local que nos exploramos. Então nossa base de operação passou a ser a casa do Jorge e dali, nós subimos ou descíamos e sempre tínhamos um lugar para tomar banho, trocar uma roupa e eventualmente até dormir.
Assim foi feito, Jorge, Carlos Ivan, eu, João Marcelo e Maximo Bovini começamos o trabalho.

Qual foi a área pesquisada em Guapimirim?

Pesquisamos a partir 210m, onde passa a estrada em direção à nascente . Na lista das orquídeas, o código SM quer dizer floresta sub montana (até 500m), o código M é de floresta montana (500m para cima). Na parte baixa do rio, até 600m, eu andei pelas pedras e graças ao auxílio de um colega, que morava no local, pude chegar a algumas trilhas que acabavam levando ao rio, trilhas a 5m da beira do rio, portanto estávamos dentro daquela margem estabelecida de 0 a 30m . Eu fui até mais ou menos 600, 700m de altitude. A parte de alpinismo, de escalada, eu não fiz, eu ficava embaixo, eles subiam pela água, arriscando-se bastante e eventualmente caindo pois as margens do rio não oferecem condições de caminhada. A partir destes 700m , o acesso é muito difícil e arriscado. A nascente é um filete de água a quase dois mil metros, onde só alpinistas do mais gabaritados conseguiriam chegar, mas até onde dava para ir, mais ou menos a 1.400m., a pesquisa foi feita pelo grupo dos mais jovens e mais altos, Jorge Figueiredo, Maximo G. Bovini e João Marcelo. São pessoas com mais de 1,80m., magros e com muito condicionamento aéróbico. Nestas grandes altitudes a coisa foi feita assim, iam por dentro da água, subiam nas pedras e coletavam o que estava próximo ou o que estava pendurado sobre o rio. E foi exatamente assim que encontraram Pabstia, Masdevallia, alguns Epidendrum e várias outras plantas que estão assinaladas na lista. Muitas delas foram encontradas nestas altitudes mais elevadas. Imagino que nestas áreas mais afastadas do espelho d’água, do curso do rio, possa ter até planta nova, mas não era possível o acesso, porque para andar dentro o rio, eles andavam descalços, com calção, como eles poderiam entrar na mata, como os pés descalços, sem uma roupa apropriada As condições eram difíceis, precárias. À medida que se sobe, as margens e o leito vão se transformando numa escarpa, como o Dedo de Deus.

Como é o índice de umidade nesta região?

Na parte baixa da mata, submontana, em alguns locais, durante o dia, a umidade é até pequena porque a evaporação é muito grande, mas à medida que se sobe, quanto mais próximo do rio se fica, então a umidade se mantém elevada.
Veja o caso da Comparettia coccinea, ela estava num lugar onde durante o dia a secura era extrema. Desde a estrada, de 210 até 400m, há uma secura relativa no meio dia, embora se esteja perto do rio. Então eu descobri por que eu não conseguia cultivar a Warmingia eugenii.  Esta espécie se tornou muito interessante para mim naquela região, porque Guido Pabst, em seus dois volumes da Orchidaceae Brasiliensis, não assinala a Warmingia eugenii como fazendo parte da flora fluminense. No entanto, nós a encontramos sobre o rio só que a uma certa altura e a uma certa distância, e numa altitude de aproximadamente 300 e poucos metros, onde a secura ainda era relativa. É uma orquídea epífita. À noite, ela recebe uma umidade grande pois tem o rio embaixo mas durante uma certa hora do dia, ela tem a secura total que precisa. É por isto que eu perdi umas três ou quatro. Eu insistia em mantê-las úmidas, porque quem me vendia dizia que ela gosta muito de umidade, mas não explicava os detalhes.

Qual a importância do rio Bananal para o ecossistema do Rio de Janeiro ?

A cabeceira e as margens do rio Bananal são muito importantes para todo o ecossistema da Baia da Guanabara, pois ele vai desembocar no rio Guapi, que faz parte do único sistema remanescente de mangezais conservados na Baia da Guanabara. Se houver a destruição total da flora da sua cabeceira e de suas margens, a água ficará poluída. Isto vai se refletir nos mangezais que acabarão sendo descaracterizados e destruídos. É muito importante que nas margens do rio a vegetação esteja intacta. Na margem direita, olhando para a nascente, entre 210m até 400m, a região antigamente era povoada por índios e depois houve, no século passado, um assentamento de uma fazenda de café.
Esta antiga fazenda virou um condomínio. Foram construídas muitas casas de veraneio. As pessoas destas casas tem uma boa visão ecológica e mantiverem estas grandes árvores que margeiam o espelho d'água até uns 10m, depois eles destruíram para fazer suas casas mas a maioria conservou a flora nos seus terrenos, muitas destas grandes árvores foram conservadas. Essas pessoas tinham uma consciência ecológica apreciável.
Hoje fiquei muito contente de ver que uma das Laelias crispa mais bem conservadas que existem, está justamente num terreno de um destes veranistas, mais ou menos a 400m, onde ninguém mexe, está lá aquele monumento naquela árvore enorme. Ouvir dizer que a partir de 210m até o nível do mar, as margens estão depredadas mas como não passei por lá, não posso afirmar.
Numa das fotografias feitas pelo Carlos Ivan numa altitude de 230, 320 m , já tem lavadeira, gente tomando banho porque é uma parte bem baixa, é o início do condomínio. Entre 400 e 600 m, não há nada.
Então qual o papel importante desta flora para esta bacia hidrográfica, para a qualidade da água na bacia hidrográfica? É pelo seguinte: as raízes retêm e filtram os sedimentos, então a água chega limpa ao rio. É mantida a qualidade, a potabilidade desta água através da existência desta flora, destas grandes árvores, destas grandes raízes. A flora é necessária, é fundamental para manter esta qualidade da água. Protegendo e mantendo um manancial potável, você protege inclusive a fauna.

Como você classificaria a mata às margens do rio Bananal ?

Inicialmente o projeto era chamado mata ciliar do rio Bananal, mas mudou de nome por se considerar que ela está incluída no contexto da floresta pluvial tropical, portanto não é ciliar, faz parte da mata Atlântica.
Na realidade eu não chamo a mata do Rio Bananal de ciliar porque determinou-se que mata ciliar seria somente a que margeia um rio fora da Mata Atlântica. Por exemplo, nos cerrados, uma mata que margeia um rio, é uma mata ciliar. Por isto abandonei o ciliar e ficamos só com Mata Atlântica.
A mata, a medida que vai subindo, vai se tornando mais rala e a partir de 1.200 m. ela já vai ficando mais baixa. De 1.400m. para cima, já são arvoretas.

Você citou uma outra pesquisa que já foi feita na restinga de Massambaba. Esta pesquisa já foi publicada ?

A pesquisa de Massambaba já foi publicada nas revistas da OrquidaRio e o material, fotos e texto, já foi enviado para ser publicado na edição dos Anais da 15a Conferência Mundial. Ele foi traduzido e vai ser publicado em inglês e em português, em volumes separados. Eu acho que este material tem que ficar agora descansando.
Em compensação, este de Guapimirim só foi publicado na revista da OrquidaRio e depois foi exposto como painel no saguão do Hotel Glória, junto com outros painéis, durante a 15a Conferência.

Você já descobriu alguma espécie?

Eu sou muito exigente, até agora tudo o que achei que era novo quando eu fui investigar descobri que não era, alguém já tinha descrito antes, nem que fosse há 150 anos atrás. Em Guapimirim têm umas espécies, alguma coisa em cima de Gomesa e Pleurothallis, que eu coloquei na lista como "spp" pois não cheguei a nenhuma conclusão. Eu não coloquei "sp nv" porque eu estaria dizendo que uma espécie nova e eu iria descrever depois. Preferi dizer "spp" pois eu não sei o que é, ainda estou procurando.

Você acha que pode existir ainda alguma espécie nova, não descrita?

Na Serra do Órgãos, estivemos trabalhando numa área já muito caminhada, onde tem o Parque Nacional e, muito embora Guapimirim tenha sido menos visitada, eu acho que as chances são poucas.
Mas em lugares como o Município de Santa Maria Madalena, que são mais remotos, ou em lugares como Angra dos Reis, é provável que exista. Na própria restinga de Massambaba tem uma planta lá que pode ser uma coisa nova. Eu devo voltar lá para ir novamente ao lugar onde existe ou existia esta plantinha pois fiquei sabendo que estão construindo uma escola estadual bem próxima do local.
Felizmente um orquidófilo, o Sílvio, tem uma muda na casa dele, que está viva. Esta planta não está ainda nas outras listas da restinga de Massambaba, nem na minha nem na de outros. Embora haja outras listas feitas no simpósio sobre restingas do Rio de Janeiro, feito pela UFF (Universidade Federal Fluminense), nossas listas não batem totalmente, embora não haja nada novo em nenhuma delas.
A grande diferença é que a lista deles foi de material de herbário, eles pesquisaram os herbários todos do Rio de Janeiro e anotaram tudo que constava como procedente da restinga de Massambaba. A minha pesquisa foi de atualização, é o que se tem agora, não o que havia há 150 anos atrás. Pode estar havendo uma diferença, coisas que eu não encontrei e que já podem ter desaparecido.
Não consegui encontrar aquilo tudo que eles falaram ou não encontrei em flor, como, por exemplo, algumas terrestres como Habenaria, esta planta está faltando, esta coisinha estranha que é menor que Pleurothallis. Por isto é que bom mantermos as plantas vivas, as espécies vivas. Para evitar situações de existir uma planta que você não sabe o que é, não chegou a identificar e passar um trator e acabar com ela pois só tinha naquele lugar.
Se você tem a planta viva, ela floresce e alguém rapidamente faz uma cápsula e você pode manter aquela planta. Nestas orquídeas das margens do Rio Bananal, tem uma planta que só existe naquele pedacinho, o Epidendrum hololeucum Barbosa Rodrigues, só existe naquele tipo de área. Pode ser que exista, por exemplo nas margens do rio Soberbo, ainda não fiz este levantamento será sempre nestas áreas. É um trecho curto, um habitat restrito, bem especificado, endêmico para o Rio de Janeiro, para aquele local. Se acabarem estas áreas, acabou o Epidendrum, então temos pelo menos um registro dele.

Para terminarmos, qual foi a equipe que esteve envolvida neste trabalho ?

Além de mim, estiveram envolvidos neste trabalho Jorge Reis de Figueiredo, João Marcelo Alvarenga Braga, Massimo G. Bovini, e Carlos Ivan da Silva Siqueira.



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Estaremos apresentando, nesta sessão, orquídeas de cultivadores profissionais e amadores do Rio de Janeiro. As informações que serão apresentadas com a foto serão: o nome da planta e do orquidário/cultivador.
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Neste número a orquídea apresentada é do
Orquidário Quinta do Lago.
Esta orquídea foi escolhida como a melhor planta na 1a Exposição do Orquidário do Jardim Botânico.



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1- enviar uma fotografia da planta em papel fotográfico, no formato máximo de 18x24 cm, para que ela seja scaneada por nós.

2- enviar a imagem já scaneada, em disquete de 3,5", zip disk (Iomega) ou em CD, padrão PC, em formato JPEG, sendo que o arquivo deverá ter entre 35 e 55 Kb tamanho final, 72/100 dpi, opção-high quality.
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ESPÉCIES COLETADAS NA REGIÃO


EspécieFloração Altitude *Substrato
Bifrenaria harrisoniae (Hook) Rchb .f OutubroSMrupícola**
Bifrenaria tetragona (Lindl.) Schltr.Janeiro SM/Mrupícola/epífita
Campylocentrum lansbergii (Rchb.f) Schltr. MarçoSMepífita **
Campylocentrum Ulaei Cogn.Março SMepífita **
Campylocentrum Sellowi (Rchb.f.) Rolfe AgostoSMepífita **
Comparettia coccinea Lindl.Março SMepífita
Cyclopogon argyrifolius Barb. Rodr.Outubro SMterrestre
Cyclopogon congestus (Vell.) HoehneJulho SMterrestre
Cyclopogon elatus (SW) Schltr. Julho Mepífita/terrestre
Cyclopogon longibracteatus (Barb. Rodr.) Schltr. AgostoMterrestre
Dichea graminoides Lindl.Março SMepífita
Dichea pendula (Aubl.) Cogn.Novembro SM/Mepífita
Elleanthus brasiliensis Rchb.fFevereiro SMepífita **
Epidendrum armeniacum Lindl.Novembro Mepífita**
Epidendrum difforme Jacq.Fevereiro Mepífita
Epidendrum Barb. Rodr.Julho Mepífita
Epidendrum imbricatum Lindl.Setembro SMepífita
Epidendrum klueppelianum PabstJulho Mepífita
Epidendrum latilabre Lindl.Junho Mepífita
Epidendrum ochrochlorum Barb. Rodr. Junho Mepífita**
Epidendrum ramosum Jacq.Janeiro Mepífita **
Epidendrum Schomburgkii Lindl.Junho SMepífita **
Erythrodes arietina (Rchb. F & Warm.) Ames OutubroMterrestre
Epidendrum schlecheriana (Hoehne) Pabst AgostoMrupícola
Eurystyles cotyledon WawraAbril Mepífita
Epidendrum lorenzii (Cogn.) Schltr.Agosto Mepífita
Galeandra Beryrichii Rchb. fJaneiro SMterrestre
Gomesa Barkeri RegelMaio Mepífita
Gomesa crispa (Lindl.) KI. & Rchb. f AgostoMepífita
Gomesa Fischeri RegelJaneiro Mepífita
Gomesa foliosa Klostzch & Rchb. f JulhoMepífita
Gomesa laxiflora (Lindl.) KI. & Rchb. f AgostoMepífita
Gomesa planifolia (Lindl.) KI. & Rchb. f JunhoMepífita
Gomesa recurva R. Br.Agosto Mepífita
Gomesa spp
Gongora bufonia Lindl.Novembro SM/Mepífita
Hapalorchis lineatus (lindl) Schltr.Julho Mterrestre
Isochilus linearis (Jacq. ) R. Br.Outubro SMepífita
Laelia crispa (Lindl.) Rchb. fFevereiro SMepífita
Lankesterella ceracifolia (Barb. Rodr.) O Ames JulhoSMepífita
Liparis nervosa (Thunb.) Lindl.Março SMrupícola **
Masdevallia infracta Lindl.Novembro Mepífita
Maxillaria acicularis HerbSetembro SMepífita
Maxillaria crassifolia Rchb. fJulho/outubro SMepífita **
Maxillaria leucaimata Barb. Rodr.Fevereiro Mepífita **
Maxillaria rufescens Lindl.Novembro SMepífita
Miltonia clowesii Lindl.Fevereiro SMepífita **
Octomeria linearifolia Barb. Rodr. Novembro Mepífita/rupícola
Oncidium pubes Lindl.Julho SMepífita
Ornithidium chloroleucum Barb. Rodr.Março SM/Mepífita
Pabstia viridis (Lindl.) GarayDezembro Mepífita
Pleurothallis arcuata LindlJunho Mepífita**
Pleurothallis caespitosa Barb. Rodr.Maio Mepífita
Pleurothallis curtibradei PabstOutubro Mepífita **
Pleurothallis glumacea Lindl.Novembro Mepífita **
Pleurothallis hypnicola Lindl.Julho SM/Mepífita **
Pleurothallis pelioxanta Barb. Rodr.Fevereiro a Julho Mepífita
Pleurothallis spp.
Polystachya Estrellensis Rchb. fMarço S/Mepífita
Prescottia plantaginea LindlJulho SMterrestre
Promenaea stapelioides Lindl.Dezembro Mrupícola/epífita
Sarcoglottis fasciculata (Vell.) Schltr. SetembroSMterrestre
Sarcoglottis grandiflora (Hk.) KIMaio SMterrestre
Tetragamestus modestus Rchb. f. Maio SMepífita
Trizeuxis falcata Lindl.Novembro SMep
Xylobium variegatum (Ruiz e Pavon)) Masnf. JulhoSMepífita
Warmingia eugenii Rchb. f.Outubro SMepífita
Warrea tricolor LindlsFevereiro SM/Mterrestre

*SM = abaixo de 500 m.
M = acima de 500 m.
**orquídeas crescendo diretamente sobre a água.

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